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sexta-feira, 25 de março de 2011

Não se usa o hífen – Atualizado 2011

Agora você vai aprender um pouco da mudança que houve com a utilização do hífen nas palavras, veja onde não se usa o hífen:
- Sempre que desapareceu a noção de composição da palavra, o que acontece quando um elemento se adaptou foneticamente ao vizinho ou perdeu a sua vida autônoma: aguardente, girassol, madrepérola, sobremesa, paraquedas, mandachuva etc.
- Quando o prefixo (ou elemento de composição) pode ser aglutinado sem prejuízo da clareza ou sem promover pronúncias errôneas: subdiretor, aeroporto, bimotor, bioquímico, termoelétrico ou termelétrico, pretônica, anticomunista, antevéspera, superlotado, infravermelho, semibárbaro, radiouvinte, radioatividade, retropropulsão etc.
- Nas locuções: Da gema (gentílico), um a um, de vez em quando, à toa ( locução adverbial), a fim de, ora bolas!. Mas: de mão-cheia, vice-versa, de meia-noite, sem-par, sem-sal, por serem consideradas palavras compostas, e não locuções.
- Em expressões do tipo: estrada de ferro, doce de leite, cor de café, anjo da guarda, relógio de bolso, farinha de trigo, etc.
- Com o radical RADIO, sem hífen, sempre: radiouvinte, radiopatrulha, radiocomunicação etc.

Um comentário:

sergio disse...

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